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TRL faz retrospectiva de “Toxic” e comenta sucesso digital da faixa, por vender mais atualmente do que em 2004

  • 8 de julho de 2018

O famoso programa da MTV US nos anos 90, o TRL, equivalente ao nosso Disk MTV, fez uma matéria relembrando a história do hit “Toxic”. Um dado interessante é que a música vendeu mais digitalmente, do que quando foi lançada em single físico em 2004. 

Nos primeiros 10 meses de lançada, segunda a MTV, a faixa produzida pelo duo sueco Bloodshy & Avant, vendeu 500.000 cópias, enquanto de 2015 até 2018, vendeu 2.2 milhões de cópias digitais. Naturalmente que o ato da compra de uma música digital é mais prático, o que explica a discrepância, uma vez que a faixa fica disponível quase no mundo inteiro ao mesmo tempo, enquanto o single físico era restrito à Europa, Ásia e América do Norte, com datas de lançamento distintas.

A retrospectiva relembra ainda que “Toxic” foi originalmente feita para Kylie Minogue, que a recusou. Ainda assim, ela quase não foi um single do “In The Zone“, já que a gravadora de Spears revelou ter apostado mais em “Outrageous” e “(I got that) Boom Boom“:

Britney optou por Toxic pela sua sonoridade distinta, a qual samplea elementos da música hindu “Tere Mere Beech Mein” – apesar disso não ter sido oficialmente confirmado e não constar nas informações técnicas registradas sobre a música.

A MTV comenta ainda que “Toxic” é a faixa mais ouvida de Britney no Spotify, com mais de 200 milhões de streaming, além de ser a preferida da cantora do seu próprio catálogo, segundo eles: “Enquanto Britney tem outras 10 músicas que tiveram melhor desempenho nas paradas, ‘Toxic’ é uma de suas melhores faixas, tendo ganhado Grammy”.

Assista ao rápido especial em vídeo:

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